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quarta-feira, 27 de maio de 2015

Resident Evil CODE: Veronica

Resident Evil CODE: Veronica (Biohazard CODE: Veronica no Japão), é o quarto jogo -- dentro da cronologia principal -- da série Resident Evil. Originalmente, lançado com exclusividade para o Dreamcast, em 2000, teve uma versão melhorada intitulada Resident Evil Code: Veronica X para Dreamcast (somente no Japão) e PlayStation 2, em 2001. Dois anos depois, o jogo foi lançado para o GameCube.E em 2011 uma versão em HD do jogo foi lançada para PlayStation 3 e Xbox360. O game é dividido em duas partes, a primeira o jogador controla Claire Redfield, onde o principal objetivo é escapar da ilha infestada pelo T-Virus; a segunda é assumida por Chris Redfield, que deve encontrar sua irmã perdida.

Resident Evil: The Darkside Chronicles 

Em Resident Evil: The Darkside Chronicles (Wii, Capcom, 2009) houve mudanças na história de CODE: Veronica. O foco da trama do jogo, como o próprio nome sugere, é explorar o "lado negro" de alguns personagens — nesse caso, a família Ashford. A maior mudança pode ser percebida no sadismo dos irmãos, que estão muito mais neuróticos e insensíveis — fato que, inclusive, alterou uma das mortes do jogo. Além disso, como o jogo possui suporte para dois jogadores, o enredo foi totalmente adaptado à nova mecânica. Os eventos, desse modo, sempre ocorrem na presença de dois personagens — Claire e Steve ou Claire e Chris.
Diferentemente de Resident Evil: The Umbrella Chronicles, título que trouxe grandes novidades ao enredo da franquia; os eventos de TDC referentes a CV não acrescentam muito ao já conhecido. É importante frisar, também, que não se trata de um remake do jogo e sim de uma compilação dos seus principais eventos numa aventura de tiro em primeira pessoa.

Visão Geral 

CODE: Veronica é o primeiro da série a utilizar princípios de fundo 3D, mas não existe controle sobre a câmera: os ângulos são pré-determinados, algo muito semelhante a Dino Crisis (Playstation, PC - 1999 - Capcom). A estrutura da jogabilidade permanece a mesma, trazendo algumas das novidades do 3º episódio - os barris explosivos e a rápida rotação de 180°. Essa versão recebeu elogios por trazer um sistema de câmeras mais dinâmico, onde fica mais fácil visualizar os inimigos. Entretanto, alguns ângulos mais atrapalham do que ajudam e a movimentação das personagens está mais robótica que a dos episódios para o Playstation!
Outro ponto que mais parece um retrocesso é as infames animações entre as portas e escadas. Elas foram ficando mais rápidas a cada novo episódio, mas em CODE: Veronica a velocidade delas se assemelha a do primeiro episódio, lançado em 1996, ou seja, são muito lentas.
Por fim, temos a utilização dos itens. Resident Evil sempre foi famosa pelos itens incomuns usados para se ter acesso à certas áreas, mas aqui as coisas estão mais bizarras do que nunca! Em diversas instalações modernas, o jogador deve usar itens rústicos para abrir portas e acionar plataformas. Pense em abrir uma porta eletrônica com um brasão, hipoteticamente falando. Embora seja uma característica da série, isso tirou muitas localidades do contexto. E os itens voltaram a ser tridimensionais, o que faz ser bastante importante o uso da opção "CHECK" do inventário, para que o jogador encontre segredos escondidos dentro de caixas e livros, por exemplo.
Avaliando a estrutura básica do jogo, ele é dividido em duas partes: Rockfort Island e Antarctica Base. Na primeira parte, o jogador tem o controle de Claire, enquanto na segunda o jogador controla Chris Redfield, sendo que Chris assume a posição de protagonista. Quando Chris aparece na aventura, ele tem acesso a todos os itens deixados pela irmã no famoso baú e vice-versa.
Mas, felizmente, algumas inovações também marcam presença. A melhor delas é a possibilidade de poder retornar ao jogo depois de morrer sem estar em um save point (mas isso só em momentos importantes, senão você volta a eles). Com isso, as partes mais difíceis do jogo deixam de ser um martírio, pois você só precisa andar algumas salas para tentar de novo cumprir o objetivo. Outra vantagem é a opção de se usar uma erva de cura quando não há espaço no inventário. Por fim, duas armas permitem que o jogador tenha uma visão em primeira pessoa, o que acrescenta uma nova estratégia (embora nem se compare a um FPS), mas essas armas só podem ser usadas contra chefes, em pontos específicos do jogo.

Impacto de lançamento 

Quando lançado para o Sega Dreamcast, em 2000, Code: Veronica foi considerado um dos melhores jogos do console e o melhor da série até então. Destacava-se em relação aos episódios anteriores por:
  • ser o primeiro a utilizar gráficos totalmente em 3D;
  • ter cenas de animação mais cuidadosas e realistas;
  • o retorno de antigos personagens(Chris Redfield e Claire Redfield).
  • ser o primeiro da série a ter expressões faciais e movimentação labial para as personagens;
  • ter a melhor trilha sonora da série;
  • ter uma história excelente.
O título, inclusive, ajudou a melhorar as vendas do Dreamcast, que nunca teve um bom desempenho no mercado global mas, como conseqüência de uma pequena base instalada para o console, as vendas do jogo foram muito menores que a dos anteriores.
Ele também foi prejudicado por não ter recebido uma numeração dentro da cronologia principal, o que fez muitos considerarem CODE: Veronica um jogo paralelo quando, na verdade, era Resident Evil 3: Nemesis o título planejado assim pela Capcom. A mudança ocorreu por razões comerciais. Se a Capcom lançasse o jogo como Resident Evil 3, embora isso pudesse melhorar as vendas do título, não seria a mesma coisa que lançá-lo em um console que é sucesso de vendas, como o Playstation, e isso ainda prejudicaria o andamento da série, pois se Resident Evil 4 fosse lançado para outra plataforma, a equipe de produção teria problemas em interligar a história do jogo com a do suposto 3º episódio, já que quase ninguém o teria jogado.
Foi praticamente isso que aconteceu: o jogo teve uma nova versão lançada, obviamente mirando o Playstation 2, para colocar os antigos fãs da série por dentro dos últimos acontecimentos e para melhorar a receita da empresa. Mas o resultado ficou além do esperado: Resident Evil 4 não fez nenhuma menção à CODE: Veronica e o jogo só foi lembrado em Resident Evil: The Umbrella Chronicles (Wii, Capcom, 2007) no mural da cronologia da série. O jogo foi relembrado em Resident Evil: The Darkside Chronicles onde o jogador reviveu a aventura do jogo com algumas mudanças na história. Em Resident Evil 6, a história de Resident Evil: Code Veronica é lembrado em diversos files e citações de Claire Redfield pelos personagens. Embora Claire não apareça no jogo, ela é bastante lembrada no game por arquivos e citações.

Personagens

Claire Redfield

  • Ocupação: Universitária
  • Altura: 1,69 centímetros
  • Peso: 52,4 kg
  • Tipo sanguíneo: O+
  • Idade: 19 anos
  • Descrição: Três meses após o incidente na cidade de Raccoon, Claire ainda está procurando por seu irmão desaparecido. Ela invade a matriz da Umbrella em Paris em busca de informações, mas acaba sendo capturada e levada para uma ilha sul-americana, chamada Rockfort, onde um vírus se espalha. Claire estaria destinada à morte por abandono se não fosse salva pelo homem que a prendeu em Paris. Libertada, ela ainda terá uma longa jornada até fugir do pesadelo criado novamente pelo T-Vírus.

Chris Redfield

  • Ocupação: Oficial do S.T.A.R.S.
  • Altura: 1,81 centímetros
  • Peso: 80,4 kg
  • Tipo sanguíneo: O+
  • Idade: 25 anos
  • Descrição: Após receber uma mensagem de Leon S. Kennedy (após RE2), Chris vai para a Ilha Rockfort procurar sua irmã, Claire, mas, assim que chega lá, descobre que ela foi levada para uma base na Antártida. Porém, ele descobre que o lugar foi atacado e infectado pelo T-vírus, o mesmo que ele combateu na mansão, Alexia quer sua cabeça, ele também se encontra com seu antigo "amigo" Albert Wesker. Chris agora terá de lutar para sobreviver mais uma vez, salvar sua irmã, se livrar de Wesker, e frustrar os planos de Alexia.

Steve Burnside

  • Ocupação: Desempregado
  • Altura: 1,73 centímetros
  • Peso: 67,5 kg
  • Tipo sanguíneo: AB+
  • Idade: 17 anos
  • Descrição: Steve também é um prisioneiros da ilha. Toda a sua família se tornou vítima da Umbrella depois que a corporação descobriu que seu pai planejava vender os projetos dela. Steve tem uma postura um tanto infantil e parece ignorar a seriedade da situação. Mas, aos poucos, Claire descobre mais de sua história. Steve é um personagem de grande ajuda para Claire, chegando a salvar a vida dela duas vezes. Ele rapidamente se afeiçoa por ela e promete fazer tudo para protegê-la. Steve terá também dois encontros difíceis: um com seu pai e outro com Alexia...

Albert Wesker

  • Ocupação: Mercenário
  • Altura: 1,83 centímetros
  • Peso: 84,4 kg
  • Tipo sanguíneo: O
  • Idade: 38 anos
  • Descrição: Albert Wesker é o responsável pelo ataque à Ilha Rockfort, e foi pra lá em busca do vírus T-Verônica, desenvolvido por Alexia. Assim que descobre que Chris também está na ilha, decide se vingar.

Rodrigo Juan Raval

  • Ocupação: Operativo da Umbrella
  • Altura: 1,78 centímetros
  • Peso: 75 kg
  • Tipo sanguíneo: A
  • Idade: 38 anos
  • Descrição: Ele é um dos guardas da Umbrella e o responsável pela captura de Claire em Paris. Rodrigo viaja com Claire até a ilha. Entretanto, com o ataque do T-Vírus, ele fica seriamente ferido e perde as esperanças de sobreviver. Rodrigo mostra seu lado humano ao libertar Claire de sua cela para que ela possa tentar escapar. Não é um homem ruim, mas está longe de ser um exemplo de pessoa...

Alfred Ashford

  • Ocupação: Empresário
  • Altura: 1,76 centímetros
  • Peso: 61,8 kg
  • Tipo sanguíneo: AB
  • Idade: 25 anos
  • Descrição: Ele é o chefe da poderosa Família Ashford ganhando tal cargo após o "desaparecimento" do pai e "morte" da irmã. Alfred sofre transtornos de personalidade e de um amor incondicional pela irmã, Alexia, a quem parece ser sua única família. Alfred se torna ainda mais desequilibrado após o sumiço da irmã e começa a fingir que mora com ela na ilha, inclusive não permitindo que ninguém entre na mansão em que vive para que a "ralé" não chegue perto dela. Ele até se veste como a irmã, tamanha a fixação. Alfred prometeu ser fiel a sua irmã não importando o seu desejo, por isso guarda seu segredo de todas as formas possíveis. Principalmente depois que descobriu que ambos foram criados pelo pai numa experiência genética...

Alexia Ashford

  • Ocupação: Empresária e Cientista
  • Altura: 1,75 centímetros
  • Peso: 53,4 kg
  • Tipo sanguíneo: AB
  • Idade: 25 anos
  • Descrição: Irmã gêmea de Alfred, ela é realmente uma pessoa muito bonita e cruel. Sua inteligência e beleza são incomparáveis, assim como sua frieza. Ao descobrir que fez parte de uma experiência de seu pai e que é, provavelmente, um clone de Verônica Ashford (fundadora e responsável pela ascensão da Família Ashford), Alexia começa a se sentir superior aos demais humanos. Ela utiliza a infra-estrutura da Umbrella para conquistar seus objetivos sem se importar com o que venha a acontecer com a gigante corporação ou com quem ficar em seu caminho. Sem amor pelo pai, e criando uma fixação doentia pelo irmão, Alexia chegou a cometer atrocidades com seu próprio corpo para alcançar o seu sonho de se tornar a rainha da Terra! 
 

Descrição das mortes dos personagens de RE CODE: veronica

  • Alexander Ashford/Nosferatu - Morto por um tiro de Rifle na cabeça dado por Claire (em TDC, foi morto por um gancho de uma máquina);
  • Rodrigo Juan Raval - Engolido por um monstro;
  • Alfred Asford - Morto devido aos ferimentos de uma queda (em TDC, morreu devido ao ataque de tentáculos, por Alexia Ashford);
  • Steve Burnside - Infectado com o T-Veronica(em TDC morto por Alexia Ashford);
  • Alexia Ashford - Morta por Chris Redfield;  

Outras plataformas e versões

Resident Evil CODE: Veronica X


Resident Evil CODE: Veronica X (ou Complete Version, no Japão) é uma versão melhorada do jogo lançada para o PlayStation 2 e Dreamcast em 2001. A versão Dreamcast só teve lançamento no Japão, devido à pequena base de usuários do console. Uma terceira versão do jogo foi lançada para o GameCube, em 2003.
CODE: Veronica X é idêntico ao original em termos de jogabilidade, mas tem funcionalidades adicionais, como nove minutos de cenas cortadas do jogo principal; bem como ligeiras alterações na história e na parte gráfica (principalmente em certas animações e na definição das imagens). Dentre essas novas cenas, há um breve encontro entre Claire e Wesker no início do jogo; mudanças na luta entre Alexia e Wesker e um final mais longo.
Entretanto, as versões de CODE: Veronica X para o Playstation 2 e o GameCube foram duramente criticadas pela imprensa especializada devido a total falta de diferença com a versão para o Dreamcast. O Playstation por ter uma mídia que comporta uma quantidade maior de memória permitindo maior sofisticação, embora tenha menos memória gráfica do que o console da Sega, o Cube, por sua vez por ter um Hardware mais pontente em geral e, por isso, era de se imaginar um trabalho técnico mais sofisticado para suas versões, o que não aconteceu e com o agravante das duas versões terem sido lançadas a preços injustificáveis - US$ 50,00 para o Playstation 2 e US$ 40,00 para o GameCube - já que a Capcom não deve ter gastado quase nada para produzi-las. O resultado foi que CODE: Veronica X vendeu bem menos do que poderia ter vendido. A posição da crítica chegou até a ser razoável quando o jogo foi lançado para o Playstation 2, mas a versão para o GameCube foi bombardeada: alguns sites chegaram a nem escrever resenhas sobre jogo, já que era o mesmo de 3 anos atrás, sem nenhuma novidade, datado e, ainda por cima, a um preço exorbitante! Contribuiu para isso também o fato de o GameCube ter recebido, em 2002, um remake do Resident Evil original e o inédito Resident Evil 0, jogos que, embora não trouxessem inovações muito significativas, recuperaram o terror da série e eram um verdadeiro exemplo de excelência técnica e trabalho artístico, o que fez CODE: Veronica ficar defasado em comparação com jogos da própria série, na mesma plataforma.

Wesker's Report

Para promover o lançamento japonês de CODE: Veronica X, bem como comemorar o quinto aniversário da série BioHazard (o nome japonês da série), a Capcom produziu um documentário ficcional intitulado Wesker's Report. O documentário foi disponível como um DVD acompanhado do jogo principal. O DVD foi vendido separadamente na América do Norte através da loja da Capcom.
Como o título indica, o documentário serve como uma recontagem dos acontecimentos dos primeiros três jogos da série, sendo narradas por Albert Wesker. O documentário serve para explicar o retorno de Wesker em CODE: Veronica e como ele chegou a ser contratado pela nova organização. Além disso, ele também revela que era um antigo parceiro de William Birkin e que ele estava em ligação com Ada Wong (uma agente da mesma organização), durante os eventos de Resident Evil 2.
A não-falada seqüência para este documentário, Wesker's Report II, foi lançado através do site oficial da Capcom (em japonês e inglês) para promover o remake do primeiro Resident Evil para o Nintendo GameCube, em 2002.

Gun Survivor 2

Alguns personagens e a configuração básica de CODE: Veronica foram adaptados em Gun Survivor 2 - Biohazard CODE: Veronica, lançado em 2001, como uma co-produção entre Namco (famosa pela série de tiro Time Crisis) e Capcom. Gun Survivor 2 - uma espécie de jogo de tiro em primeira pessoa sem nenhuma ligação com os padrões ocidentais de FPSs - não tem qualquer relação com o verdadeiro enredo de CODE: Veronica, sendo os eventos do jogo descritos como um pesadelo na mente de Claire Redfield, enquanto ela dorme, ao lado de Steve, no avião controlado por Alfred que os levará à base da Antártida. A versão PlayStation 2 - o jogo também foi lançado para Arcade - de Gun Survivor 2 foi lançada no Japão e de lá não saiu, porque não agradou os fãs.

Battle Game

Logo que você termina o Resident Evil CODE: Veronica pela primeira vez, você habilita o modo Battle Game. O intuito do jogo é a rapidez em matar os zumbis e fugir ao mesmo tempo. Você tem um determinado caminho a percorrer, e quanto menor for o seu tempo até o fim, melhor é o seu ranking, lembrando que, enquanto você não matar todos os monstros de uma sala, não pode passar para a próxima. Além disso, no meio do caminho, também é possível encontrar itens de cura e até armas.

Personagens

Você pode jogar como os seguintes personagens:
Claire Redfield - equipada de Bow Gun, handgun e alguns itens de cura.
Claire (Alternativa) - equipada de Grenade Launcher (com os três tipos de munição) ,A.Rifle e alguns itens de cura
Chris Redfield - equipado de magnum e Shotgun, além, é claro, de itens de cura.
Steve Burnside - equipado com as Gold Lugers,machine gun dupla e alguns itens de cura.
Albert Wesker - equipado de uma faca e alguns itens de cura.

Conseguindo um bom ranking

  • Tente sempre se manter na condição Fine, se terminar o mini-game em Caution, seu ranking cairá imediatamente.
  • Não é recomendável pegar os itens de cura que podem ser encontrados pelo cenário.
  • Não pode ultrapassar o tempo-limite.
O único personagem liberado para todas essas condições é o Wesker, pois o seu nível é o Hard Mode.

Tempo Limite


Cada personagem tem o seu tempo-limite para terminar o game numa boa colocação. Sim, os rankings estão presentes no mini-game também! E para os que conseguem terminar com todos os personagens com um bom ranking, o prêmio é a Linear Launcher, a última arma usada no jogo normal para matar a última mutação de Alexia.

Tempos-Limite de cada personagem:


Tempo Limite

Claire Redfield  6:00 minutos

Claire (Alternativa) 7:00 minutos

Chris Redfield  6:30 minutos

Steve Burnside 10:00 minutos











Inimigo Final

Cada personagem também enfrenta um inimigo final, que são:

           
Personagem            Inimigo final

Claire Redfield          Nosferatu
Claire (Alternativa)    Tyrant  
Chris Redfield           Alexia (2ª e3ª mutação)       
Steve Burnside          Gulp Worm       
Albert Wesker            Alexia (1ª mutação)

 


Dicas 

Ative o modo Battle Game



Para ativar o modo Battle basta terminar o jogo em qualquer dificuldade e gravar. Você começa com Claire. Terminando com ela o Battle Game, você vai ganhá-la em uma versão alternativa, os outros personagens que podem ser liberados são: Steve Burnside e Albert Wesker. Esse modo é bem parecido com o mini-game The Mercenaries de Resident Evil 3: Nemesis.

Rocket Launcher com munição infinita

Complete o jogo com um ranking A para ganhar o Rocket Launcher com munição infinita. Para conseguir isso, você deve terminar em menos de 4 horas e 30 minutos, não pode usar First Aid Spray, não pode salvar o jogo, não pode usar continue, salvar rapidamente o Steve na Luger Room e dar os medicamentos para Rodrigo. Quando você começar um novo jogo, o Rocket Launcher estará na primeira caixa de itens do jogo.   


Battle Game

Linear Launcher com munição infinita

Termine o modo Battle Game com todos os personagens, adquirindo ranking A ou maior. Para isso, é preciso que você termine o mais rápido possível, sem pegar qualquer item do cenário e mantendo-se sempre na condição Fine. Há uma exceção para Wesker, basta terminar, seja no tempo que for, e pode-se pegar todos os itens do cenário.

Jogue o modo Battle com Albert Wesker

Termine o modo battle jogando com Chris Redfield.

Jogue o modo Battle com Claire alternativa

Termine o modo battle jogando com a Claire original.

Jogue o modo Battle com Steve Burnside

No jogo normal (com Chris), você deve resolver o quebra-cabeça das gavetas (No sub-solo da base militar, na sala com uns quadros). A ordem das gavetas são: gaveta vermelha, gaveta verde, gaveta azul, gaveta de baixo. Você receberá o Gold Luger Replica, mantenha no seu inventário.

Imagens 

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Fonte:Wikipédia.org




















































































































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